Investigando com o leitor

Olá!

Muito bom te ver por aqui!

Hoje achei interessante investigar. Com você, visitante.

Pode parecer que vou sair do tema, só que não… vem comigo:

Já lhe ocorreu que somos produto de milhões de anos de lenta evolução, e ao mesmo tempo, sofremos todo o tempo influência dos arranjos biopsicossociais, aos quais estamos inseridos desde o nascimento até o fim?

Já imaginou – ao se olhar no espelho – o quanto único você é e também o quanto “de humanidade forjada pelas mutações genéticas e seleção natural, entre tantas outras variáveis” existiram e existem  até chegar na imagem que você vê?

Quero dizer que sua história é específica; que só você – em todo o Universo – tem as características que lhe faz único/única e, que também por este motivo, os vínculos afetivos que você fez e faz refletem sua capacidade de amar, a forma como veio conseguindo lidar com suas dores, frustrações, insatisfações diversas, traumas, limites, mudanças – que gostemos ou não – nos transforma por dentro e por fora e, consequentemente, a todos que estão ao nosso redor, inclusive nossos queridos…

A cada dia descobrimos mais profundamente a ligação inerente entre psique e soma. O que sentimos,  a forma como reagimos a isto, tudo que vivemos, constrói nosso corpo e nossa forma de funcionar psiquicamente.

Por falar nisso, em entrevista ao Jornal “O Globo”(1), Marilia Aiseinstein, psicanalista francesa, ex-presidente da Sociedade Psicanalítica de Paris, menciona que estudos em imunologia comprovam que um trauma pode desenvolver uma doença genética. 

“A dor psíquica vem da perda, do luto, ou de algo interno que faz transbordar o aparelho psíquico. E uma vez que este se encontre sobrecarregado, pode advir também uma dor somática, do corpo. A dor é um excesso de excitação. A psicanálise nos mostra que corpo e mente são indissociáveis.”.

Pergunto: 

Você, caro visitante, se dá conta quando seu corpo/mente sofre excessos? O que você faz com eles, como reage, onde os coloca? Percebe? Reclama? Engole? E suas relações afetivas? São por vezes carregadas demais de afetos transbordantes? 

Bem… continuaremos por aí na próxima postagem…

Até la´!

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